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sick.
Provavelmente as (poucas) pessoas que andam entrando no meu blog devem ter percebido que no começo da semana passada, pra ser mais específico, na terça-feira, eu postei apenas um título que era esse referente ao post atual: Meu nome não é Johnny, PORRA!. Bom, o caso foi que, como o Terra é um lixo cybernético, e o blog pertencente à ele não fica nem um pouco atrás, eu demorei um pouco pra escrever o meu texto inteiro, e minutos depois, eu não conseguia postar, e não tinha salvado nada do que tinha escrevido... daí já viu, né?! Fiquei puto e resolvi não postar mais porcaria nenhuma.
Agora, já meio tarde da noite, a vontade me bateu novamente à porta e eu resolvi ser um pouco mais sagaz do que geralmente sou!!!huheuehueue... Estou escrevendo o texto todo no Word, e rezando para que.. sei lá, tipo, não acabe a luz, por exemplo. Mas acho que não corro esse risco. Enfim... vamos ao que interessa, oras, bolas!
Eu sou um admirador assumido do cinema brasileiro. Acho tudo bem feito, com garra, com caráter, com criatividade, com valor orçamentário muitas vezes insuficiente, porém com tudo o que um bom cinema tem direito. E na segunda-feira passada, a minha experiência cinematográfica nacional não foi diferente de nenhuma outra boa que eu já tive. Detesto generalizações, portanto... aqui vão algumas ressalvas.

Eu já me decepcionei bastante com o cinema brasileiro, claro. Nem tudo é 100%. Explicito aqui que fiquei realmente muito, muito decepcionado e conseqüentemente cabreiro com o trabalho de Selton Mello, quando assisti aquela merda de filme chamado “O cheiro do ralo”... que deveria ser mais “O cheiro do RABO”, do que qualquer outra coisa. Eu simplesmente detesto assistir filmes que não me acrescentam nada, absolutamente NADA. O filme é imbecil, ridículo, sem história, sem boas interpretações, é um Nothing mesmo!!!
À partir daí, não me empolguei nem um pouco quando soube do novo filme do Selton, Meu nome não é Johnny, pois, apesar de gostar muito dos seus trabalhos anteriores, seu ultimo filme me fez perder qualquer vontade de voltar a ver uma película tendo-o como ator principal. O cartaz do filme me fez vê-lo como uma comédia trouxa, e acima de qualquer coisa, tinha aquela palhaça obesa da Cléo Pires no elenco. Parei e pensei: esse filme deve ser um lixo completo. Não vou perder meu tempo.
Numa terrível segunda-feira de chuvisco fraco, bem típico da terra da garoa, eu cheguei no cinema de Sp, e me deparei com horários muito esparsos no “cardápio” de filmes. O único que eu poderia realmente assistir com folga de tempo, e que começaria em quinze minutos, seria o que? Meu nome não é Johnny. Fate? Maybe, ma dears... maybe.
O que caso é que, mesmo não querendo assistir o filme, mesmo não sabendo exatamente do que se tratava, e mesmo estando puto da vida com Selton Mello, por causa da escolha POBRE de seu ultimo trabalho, eu sempre me pegava falando o nome do filme com a palavra “Porra”, no final... engraçado? Talvez. O porquê... eu explico.
Sabia que a história era baseada em fatos reais, da vida de um traficante, que era bem de vida, criado com todo esmero de uma classe social do Rio de janeiro, mas que, por ironia do destino, acabou se metendo em enrascadas e no trafico de drogas, típico da cidade maravilhosa. Até ai, pra mim nada era novidade. Mas o que pegava mesmo, é que eu pensava que o personagem de Selton, se tornava um traficante inescrupuloso, marrento e que, SIMPLESMENTE DETESTAVA ser chamado de Johnny, e portanto, sempre que alguém o fazia, ele virava e falava: “Eu já disse que meu nome não é Johnny, PORRA!”, descarregando assim, uma arma inteira na cara do indivíduo.

Errei, e errei feio!
O filme, antes de tudo, tenho que admitir, me surpreendeu, e não apenas pelo Johnny do título. Me surpreendeu por tudo. Pela montagem, pelo gênero, que NÃO é comédia. Muito pelo contrário, ele é recheado de cenas fortes e dramaticidade à flora da pele. Selton Mello subiu 200% no meu conceito de bom ator, de cara bacana, de artista que escolhe bem seus papéis, enfim... de homem de talento.
Eu não quero falar da história de João Guilherme Estrella. O traficante. O cara que, segundo ele mesmo, “Se meteu no tráfico não pra ganhar dinheiro, mas sim pra gastar dinheiro.”. O cara que tinha a acidez aflorada em seu ser. O cara que, mesmo sendo um anti-herói, fez a platéia baixar a guarda, e se expor, se fragilizar, rir, chorar, se emocionar, se emputecer. Selton, sendo João, te conquista. Isso é inegável.
Eu quero deixar aqui apenas a minha imensa alegria em ver, novamente, um ator que estimo demais, se metendo em bons projetos, em projetos que realmente fazem jus ao seu talento, e que antes de tudo, trás os bons ventos e coloca o cinema brasileiro na crista da onda. Ah, e mais do que tudo, que talvez faça o povo brasileiro esquecer um pouco dessa onda BABACA de Tropa de Elite.
Tudo bem, o filme de José Padilha é foda, é excelente, tem atuações magnânimas, mas essa coisa de “Pede pra sair, 02”, “O Sr. É um fanfarrão”, e essa musica de Miloitoscentosebolinha do Tihuana, que esse bando de gente inútil acha que é lançamento, já deram o que tinham que dar, pow. É 2008, o ano passou e bola pra frente, falar de novas fitas, de focar em projetos mais atuais, que é Carnaval e a banda já ta passando, cambada!
Meu nome não é Johnny, Porra... RECOMENDO!
Ps: a “Créo” Pires, cara de macho não me fez desgostar do filme, mas também não me fez gostar dela!
E tenho dito!
Currently listening: V, by Vanessa Hudgens. (odeio essa capa ainda mais!rsrsrs)

criado por ivan chagas
01:34:48Current mood:
down. (or not!?)
Inferno astral... alguém ai já ouviu falar nesse período tosco que nos acomete todo santo ano?! Bom, se ouviu, ótimo, quem ainda não ouviu, aqui vai a minha explicaçãozinha de escola primária que tenho que dar em todo post que faço (ou quase todo!).
Huahuahuahuahuaa..acabei de ver o que seria inferno astral, e na verdade, é o periodo de trinta dias que antecede o meu aniversário. Uma vez uma pessoa me explicou que era um tempo antes E... UM TEMPO DEPOIS, né, Dna. Eliane Maciel SILVA? (coloquei o ultimo nome por ruindade, já que ela me ensinou uma coisa dessas erroneamente!).
Enfim, eu posso dizer que estou no inferno astral retardado (só o inferno astral, pliz). Um tempo em que to sem eira, nem beira. Não sei o que faço de festa, tenho 25 anos (ou cinco a menos, quem dera!), alguns bons cabelos brancos, algumas profundas marcas de expressão (quem sabe sejam de tanto dar risada nesse tempo todo!!!???), muitos sonhos, e talvez poucas realizações (contando-se que, a média de vida seja de 75 anos, eu já vivi um terço do que tenho que viver, cacete!!!).

Dramalhões mexicanos à parte, as vezes me pego pensando em como minha vida poderia ser diferente. Mas logo em seguida penso que não tenho que reclamar da boa vida que tenho, e, SE ela fosse diferente, como? Tô em dias de low self-esteem, if you know what I mean. Até esse blog aqui já tá me deprimindo.. antes eu tinha visitas, comentários, pessoas interessadas nas porcarias que eu escrevo, e agora... o que tenho eu? Menos do que quase nada. Dá pra entender?
Ah, não sei mais o que to fazendo aqui, e quando é assim, é melhor parar de escrever, pois senão acaba saindo MAIS merda do que já aparece por essas bandas, não é mesmo? Acho que vou me indo, que ainda tenho que escrever dois textos, que, ao meu ver, já serão sem criatividade alguma, e a minha irritação já está num nivel tão elevado que to de saco cheio de mim mesmo.
Adios amigos!
Currently listening: The Dutchess, by Fergie.

criado por ivan chagas
00:30:51Current mood:
productive.
Mais um texto (crítica) meu saiu no extremadeaaz. Não foi a primeira vez, e eu espero que não tenha sido a última, mas o que realmente me deixou extasiante, foi o fato de, apesar de algumas falhas, como existe em qualquer texto, eu realmente gostei dessa crítica que fiz. E ainda por cima ela foi construtiva!!!huehuehuehuehueheuheuue...
O filme que analisei foi Sem revervas (No reservations, EUA, 2007).
Pra quem se interessar em ler meu texto, ou até mesmo tiver curiosidade em saber um poquinho sobre a película, entra ai, ó:
http://www.extremadeaaz.com.br/nculte/dvd.htm
O texto fica uma semana on-line, depois entra outro, ok?! Portanto aproveite pra ver agora!rrsrsrsrs...
Currently listening: Shock Value, by Timbaland.

criado por ivan chagas
16:15:30Current mood:
good.
Ah, o fim do ano.... Passada essa fase de perus, pernis, farofada na praia, sol, calor e pagação (hum?!), eu infelizmente tenho que voltar aqui pra despejar mais e mais porcarias pro publico ler e se deliciar, certo?! É, certo....fazer o que, né?!
Não posso negar que estava com saudades disso aqui, e que tenho de verdade, que me redimir com vocês, pedindo, no mínimo, imensas desculpas por ter me afastado um tanto sem dizer meu paradeiro, data de ida, e data de retorno...but, I'm back babyyyy!!!
O que dizer de 2007...
Não foi um ano fácil. In fact, acho que foi um dos anos mais difíceis que já passei nesses meus QUASE 25 anos de vida... ai meu Deus...daqui há quinze eu vou ser quarentão!!!huahauhauhauhaua...
Eu perdi pessoas de suma importância na minha vida. Perdi uma amiga, que, apesar da pouca distância, o coração sempre estava perto. Perdi minha melhor amiga. Aquela de todas, mas todas as horas MESMO. Minha cachorra Lady que eu tanto amei, e que tenho a mais clara certeza que nunca vou esquecer. Nem um dia, nem uma memória. Nem um momento, seja este triste ou engraçado.

Foto: Ivan Chagas.
** This Eyear??? Uh...I had so much fun! **
Perdi amizades...de formas menos trágicas, mas mesmo assim, foram perdas. Acho que essas para o bem... O MEU bem. E a melhor parte? "Ganhei"...bom, conquistei amizades maravilhosas, com pessoas de suma importância na minha vida a partir de agora. Foi uma troca mais do que merecida. Foi uma troca mais do que justa para comigo mesmo.
Tive relacionamentos estáveis, tanto com a minha família, quanto no âmbito amoroso. Fui capaz de demonstrar a cada dia, mais e mais as minhas emoções e minhas reações perante ao dificil e ao fácil demais!
Entrei definitivamente na minha área de trabalho. Por conta disso, ouvi muita musica de qualidade, assisti muitos filmes também de qualidade incrível. Não, não larguei o meu emprego, mas pelo menos não me estagnei (Eliiiii!!!rsrsrs) no mesmo. Acho que fui além. Ainda não ganho pra isso. Ainda não vivo disso, mas o simples contato com "isto" já me engrandece. Me deixa feliz. Completo? Nope... but Happy...Yeah, I think so...
Fiz uma viagem que me rendeu momentos perfeitos, onde conheci pessoas das mais variadas estirpes (posso usar essa palavra num bom sentido?). Foi um laboratório praticamente. E tudo valeu a pena. Tudo compensou.
Eu não posso reclamar da minha vida, de maneira nenhuma. É do ser humano querer mais e mais?? É....mas também é do ser humano saber ser inteligente e dosar a vontade de viver e de se arriscar. Espero que meu 2008 seja assim, de muitos riscos e compensações por viver assim.. gostando de ser quem sou e da vida que tenho.
Quero desejar um ótimo começo de 2008 pra todos que lêem aqui. Seja todo dia, seja de vez em nunca. Meu carinho por todos é o mesmo!
Currently listening: American Idiot, by Green Day.

criado por ivan chagas
10:19:40