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	<title>Acid Boy</title>
	<subtitle type="html">Um blog feito por um Jornalista (por forma&#231;&#227;o), e cr&#237;tico de cinema (por insist&#234;ncia e paix&#227;o). Aqui se encontra, ao menos alguma parte de voc&#234; em mim, nas minhas palavras e pensamentos. So, keep coming back for more!</subtitle>
	<updated>23.01.09 16:09:52</updated>
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	<tagline>Um blog feito por um Jornalista (por forma&#231;&#227;o), e cr&#237;tico de cinema (por insist&#234;ncia e paix&#227;o). Aqui se encontra, ao menos alguma parte de voc&#234; em mim, nas minhas palavras e pensamentos. So, keep coming back for more!</tagline>  
	   
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		    <title type="text/plain" mode="xml">Changes!</title>
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		       <name>ivan chagas</name>
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		    <updated>23.01.09 16:09:52</updated>
		    <published>23.01.09 16:09:52</published> 
		    <content type="text/xhtml" mode="escaped" xml:lang="pt-BR">Devido a infelizes problemas com esse blog, mudei para:
&#160;
&#160;http://ivanchagas.blogspot.com/
&#160;
&#160;
Agrade&#231;o a compreens&#227;o!
&#160;
Ivan.</content>
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		    <title type="text/plain" mode="xml">:: Cr&#237;tica: estr&#233;ia de Queime depois de ler ::</title>
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		    <updated>28.11.08 14:57:45</updated>
		    <published>28.11.08 14:54:45</published> 
		    <content type="text/xhtml" mode="escaped" xml:lang="pt-BR">Current mood: okie dokie.
&#160;
Queime depois de ler: irm&#227;os Coen se encarregam em dar tom de humor negro em com&#233;dia enxuta.
&#160;
&#160;Contradit&#243;rios. Ousados. Infames. Criativos. G&#234;nios. Descerebrados. Seja qual for o adjetivo que voc&#234; use para classificar os diretores Joel e Ethan Coen, uma coisa &#233; fato comprovado: suas cria&#231;&#245;es jamais passam em branco na opini&#227;o da cr&#237;tica e do p&#250;blico.
&#160;
Depois do sucesso da com&#233;dia de humor negro Fargo (1996), os insepar&#225;veis irm&#227;os que sempre criam ou dirigem suas pel&#237;culas em conjunto, alcan&#231;aram o estrelato, adentrando para o inst&#225;vel hall de diretores famosos, que se solidificou com O grande Lebowski, dois anos depois.
&#160;
Entre umas e outras derrapadas no meio do caminho, como no caso de Os matadores de velhinhas, com elenco encabe&#231;ado por Tom Hanks, o circulo do estrelato ficou realmente completo no Oscar deste ano, quando os irm&#227;os Coen levaram para casa quatro estatuetas douradas, resultado do excelente suspense sanguin&#225;rio Onde os fracos n&#227;o t&#234;m vez, adapta&#231;&#227;o do livro Onde os velhos n&#227;o t&#234;m vez., do escritor norte-americano Cormac McCarthy.
&#160;
Aproveitando o embalo do sucesso da premia&#231;&#227;o, a dupla n&#227;o esperou muito para voltar &#224; ativa e &#224;s suas ra&#237;zes da com&#233;dia de humor negro, reunindo um elenco recheado de estrelas para as filmagens de Queime depois de ler (Burn after reading, EUA, 2008). Depois de ser exibida nas mostras de cinema de S&#227;o Paulo e do Rio de Janeiro h&#225; poucos meses, a fita finalmente estr&#233;ia em circuito nacional, prometida para essa sexta-feira, 28 de novembro.
&#160;
George Clooney, Brad Pitt, Frances Mcdormand, Tilda Swinton e John Malcovich encabe&#231;am o elenco de uma trama recheada de trai&#231;&#245;es, falcatruas, suspense e morte, tudo n&#227;o necessariamente nessa ordem, afinal, linearidade e caretice est&#227;o longe de serem caracter&#237;sticas dos projetos dos Coen.
&#160;
John Malcovich &#233; Osbourne Cox, um agente da CIA que acaba de ser demitido de seu cargo e que, para se vingar, resolve escrever um livro de mem&#243;rias contando todos os podres do servi&#231;o secreto americano. Juntamente com a perda do emprego, Cox tem que conviver diariamente com sua mulher Katie (Tilda Swinton), que faz de tudo para se livrar do marido e correr para os bra&#231;os de seu amante, o investigador federal Harry Pfarrer (George Clooney), um canalha que s&#243; quer se limitar a manter um relacionamento com sua esposa, e tra&#237;-la esporadicamente, com alguma mulher que ele conhe&#231;a.
&#160;
A trama toda come&#231;a a fluir, quando Osbourne perde o CD com todos seus dados em uma academia, na qual trabalham Linda Litzke (Frances Mcdormand, que j&#225; havia trabalhado com os Coen em Fargo), uma mulher de meia idade aficionada em cirurgias pl&#225;sticas, mas que n&#227;o tem um tost&#227;o furado, e seu colega de trabalho, o personal trainner Chad (Brad Pitt). Com posse do CD, ambos resolvem chantageando o ex-agente da CIA, fazendo assim, o dinheiro mais r&#225;pido de suas vidas.
&#160;
Como &#233; de costume nas filmagens dos Coen, crimes sempre andam de m&#227;os dadas com castigos, e no decorrer de Queime depois de ler, cad&#225;veres acabam se empilhando durante os enxutos &#8211; e aproximados &#8211; 90 minutos de fita, das maneiras mais esdr&#250;xulas e inimagin&#225;veis. 
&#160;
As atua&#231;&#245;es de Frances Mcdormand e Brad Pitt nos proporcionam momentos hil&#225;rios, que infelizmente&#160;j&#225; haviam sido mostrados nos traileres e&#160;teasers&#160;antes do lan&#231;amento do filme. Talvez o fato das cenas estarem em seu devido contexto, fa&#231;am a diferen&#231;a para aqueles que j&#225; haviam tido uma mostra do filme. 
&#160;
Mas acima de qualquer suspeira, o que realmente deve ser considerado em Queime depois de ler, &#233; o fato dos irm&#227;os Coen terem presenteado atores que, j&#225; h&#225; algum tempo, estavam congelados e petrificados em pap&#233;is que Hollywood muitas vezes imp&#245;e. </content>
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		    <title type="text/plain" mode="xml">:: Max Payne na estr&#233;ia da semana ::</title>
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		    <updated>24.04.09 09:11:14</updated>
		    <published>21.11.08 00:40:25</published> 
		    <content type="text/xhtml" mode="escaped" xml:lang="pt-BR">Max Payne: filme sobre game traz Mark Wahlberg na pele do detetive com sede de vingan&#231;a

Assim como livros, quadrinhos, fatos reais, e at&#233; mesmo s&#233;ries de tv, os jogos de v&#237;deo game est&#227;o se tornando alvos das adapta&#231;&#245;es cada vez mais freq&#252;entes para enredos de cinema. Tomb Raider, com Angelina Jolie no papel de Lara Croft, Hitman - assassino, Doom e a s&#233;rie de v&#237;deo games de maior sucesso nos cinemas, que j&#225; est&#225; na sua terceira parte, Resident Evil, s&#227;o alguns exemplares que garantem uma prov&#225;vel vida longa ao g&#234;nero, que ainda tem muito que crescer no mercado cinematogr&#225;fico.
&#160;
Visando engrossar a lista de filmes baseados em games, temos Max Payne (Max Payne, EUA, CAN, 2008), com estr&#233;ia prometida para essa sexta-feira, dia 21, nas principais salas de cinema do pa&#237;s. Sobreposto a um ar totalmente dark e acizentado, um tanto quanto film noir, como &#233; de costume nos v&#237;deo games, o enredo conta a hist&#243;ria do renomado arquivista da pol&#237;cia Detetive Max Payne (Mark Wahlber, Fim dos tempos), que vive &#224;s turras com sua consci&#234;ncia.
&#160;
Max era um policial que estava se tornando bem sucedido. Tinha se casado, acabado de ter uma filha e estava finalmente conseguindo concretizar o sonho americano. Tudo acabou no dia em que sua casa foi invadida por viciados que acabaram por assassinar sua mulher, Michelle, e sua filha, ainda beb&#234;.
&#160;
Indignado com o ocorrido, Payne vive dia e noite &#224; procura do terceiro meliante que invadiu sua casa no dia fat&#237;dico, j&#225; que, dois deles, pelo menos foram pegos e punidos pelo pr&#243;prio detetive. A hist&#243;ria deslancha quando o personagem principal encontra uma pista que pode lev&#225;-lo ao assassino de Michelle, naufragando no submundo de drogados e traficantes das noites de New York. Nesse ambiente ele conhece a russa Natasha (papel da sexy Olga Kurylenko, de 007 &#8211; Quantum of Solace), uma junkie que tenta seduzi-lo de todas as formas poss&#237;veis.
&#160;
A hist&#243;ria evolui a partir da morte de Natasha, que leva Max a encontrar uma rede de corrup&#231;&#227;o e experi&#234;ncias mal sucedidas entre traficantes e a empresa AESIR, a mesma na qual sua mulher trabalhava antes de ser morta, que fabricava uma droga chamada Valkyr, para deixar combatentes do ex&#233;rcito invenc&#237;veis.
&#160;
O diretor John Moore (Atr&#225;s das linhas inimigas), consegue manter diversos tra&#231;os de jogos de v&#237;deo game em sua pel&#237;cula. O modo como Max corre, segura suas armas, atira, e at&#233; alguns takes com a c&#226;mera posicionada no ponto de vista do pr&#243;prio personagem, d&#227;o um ar extremamente fiel ao jogo. Algumas cenas de a&#231;&#227;o, como a seq&#252;&#234;ncia do tiroteio dentro da empresa AESIR, s&#227;o de tirar o f&#244;lego.
&#160;
Numa trama envolta em sociedades secretas, dem&#244;nios alados, drogas, corrup&#231;&#227;o e muitos tiros, um elemento se destaca de todos os outros, e &#233; exatamente por isso que a fita tende a ter um bom aceitamento do p&#250;blico: a sede de vingan&#231;a de Max Payne, e procura por uma paz interior. &#201; esperar para ver. 
&#160;
N&#227;o deixe de conferir uma pequena parte ap&#243;s os cr&#233;ditos finais, que d&#227;o mostra de uma poss&#237;vel adapta&#231;&#227;o da segunda parte do game intitulada Max Payne 2: The Fall of Max Payne.
&#160;
Com Bo Bridges, Mila Kunis, Chris O'donnell, o rapper Ludacris&#160;e participa&#231;&#227;o especial da cantora Nelly Furtado.&#160;</content>
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		    <title type="text/plain" mode="xml">::McFly: histeria marca show da banda brit&#226;nica::</title>
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		    <updated>03.12.08 13:08:17</updated>
		    <published>19.11.08 13:14:58</published> 
		    <content type="text/xhtml" mode="escaped" xml:lang="pt-BR">Current mood: not feeling too good.
&#160;
Hist&#243;rico 
&#160;
Finalmente arrumei um tempo bom pra poder contar aqui no blog o que j&#225; descrevi para diversas pessoas. Ao menos em palavras as coisas, muitas vezes, ficam mais f&#225;ceis de serem explicadas: McFly concert in S&#227;o Paulo!
&#160;
J&#225; na estrada h&#225; algum tempo, a banda formada por Tom (vocais e guitarra), Danny (vocais e guitarra), Harry (bateria) e Dougie (baixo) teve maior proje&#231;&#227;o depois de aparecer no filme da Disney, Sorte no amor (Just my luck, com a ainda s&#243;bria Lindsay Lohan), podendo finalmente mostrar para o mundo todo, o poder da banda mais jovem a alcan&#231;ar o primeiro lugar nas paradas brit&#226;nicas, desbancando nada mais, nada menos que Os Beatles.

Mais de dois anos depois do filme, os garotos do McFly fizeram sua primeira passagem por terras brasileiras no m&#234;s de outubro, com quatro shows marcados &#8211; nas cidades de Curitiba, S&#227;o Paulo e Rio de Janeiro &#8211; e apresenta&#231;&#245;es em programas de Tv e r&#225;dio. At&#233; mesmo no dominical do chat&#233;rrimo Fausto Silva eles marcaram presen&#231;a &#8211; nada melhor que um programa popular para se popularizar!
&#160;
Como companhia para o show, que se realizou no dia 9 de outubro, no abafad&#237;ssimo e desorganizado Via Funchal, eu escolhi a Lu, claro! Sa&#237;mos de Bragan&#231;a &#224;s sete e meia da manh&#227;, sendo que os port&#245;es da casa abririam &#224;s sete e meia da noite, portanto, t&#237;nhamos consci&#234;ncia que a espera seria longa.
&#160;
Na fila
&#160;
Chegando no local, ainda t&#237;nhamos que retirar nossos ingressos na bilheteria, pois eles haviam sido comprados no cart&#227;o de cr&#233;dito, pelo site do Via Funchal. A surpresa que n&#227;o estava esperando era a singela fila para entrar na casa... que a prop&#243;sito, dobrava o quarteir&#227;o. Enquanto a Lu foi retirar os ingressos, eu encarei esta ultima fila que descrevi com o mesmo entusiasmo.
&#160;
Como o p&#250;blico alvo da banda s&#227;o os jovens, em sua maioria as garotas, era fato que, de 6.000 pessoas que a casa comportava, estavam l&#225; dentro, mais ou menos uns 200 garotos &#8211; se n&#227;o muito, que aturavam gritos, histeria e at&#233; desmaios. A quantidade de t&#234;nis All Star &#8211; Converse por metro quadrado era a maior j&#225; vista na face da Terra. De diversas cores, modelos, tamanhos, texturas, canos baixo, m&#233;dio e longo, enfim, diversidade era o que n&#227;o faltava. Xadrez tamb&#233;m era outra tend&#234;ncia quase soberana quando usada como estampa para roupas e acess&#243;rios.
&#160;
Acabamos fazendo algumas amizades na fila, que n&#227;o nos oferecia outra alternativa &#224; se alimentar no McDonald&#8217;s 24 h da Faria Lima. Afinal de contas, saco vazio n&#227;o p&#225;ra em p&#233;, como pudemos ver durante todo show, em que meninas ca&#237;am uma a uma, visivelmente por falta de ar, descanso, alimenta&#231;&#227;o correta e muita hidrata&#231;&#227;o!
&#160;
Enfim, quando os port&#245;es se abriram quase &#224;s dezenove horas, a fila, que at&#233; ent&#227;o estava organizada, se transformou em um aglomerado de pessoas, que, com medo de serem passadas para tr&#225;s, atropelavam umas &#224;s outras, e no fim das contas a regra ficou mais do que clara: quem esta na cal&#231;ada, estava na fila. E como quem n&#227;o se deixa levar com a mar&#233;, luta contra ela, n&#243;s tamb&#233;m pulamos muitas pessoas pela frente. N&#227;o me orgulho de dizer isso, mas era ser autor, para n&#227;o ser v&#237;tima!
&#160;
O show
&#160;
&#160;Ao entrar no Via Funchal, a surpresa era m&#237;nima: estava bem cheio, mas ainda conseguimos um local um tanto quanto decente, ao menos para mim, que tenho 1,80 e tinha uma voa vis&#227;o do palco. J&#225; a Lu, que tem 1,50, n&#227;o teve a mesma sorte. Algumas pessoas se arriscavam a se aglomerar na frente, junto &#224; grade que separava o palco da pista.
&#160;
A banda de abertura era Breakout. Poderia deixar essa parte vazia, sem coment&#225;rios. Ali&#225;s, vazio era um adjetivo que cabia muito bem aos caras que tentavam tocar alguma coisa. O &#8220;show&#8221; deles demorou muito, as musicas eram horr&#237;veis, sem sentido algum, o vocalista tinha uma voz p&#233;ssima, e ainda por cima um dos integrantes tentou dar showzinho, num estilo Bono Vox wannabe, chamando uma menina (quase n&#227;o escolhida a dedo) da plat&#233;ia, para dar um beijo nele, enfim... cenas pat&#233;ticas e completamente desnecess&#225;rias.
&#160;
Enfim, ap&#243;s mais de 10 horas de espera no total, McFly entrou no palco, para apresentar a sua RADIO [ACTIVE] tour, que tinha como base o novo cd, hom&#244;nimo, e alguns outros sucessos anteriores. Abriram com &#8220;Lies&#8221;, a musica de trabalho daquele momento, e que possui um clipe excelente, trabalhoso e caro, num estilo mix de Waterworld e Mad Max de ser.
&#160;
At&#233; gostaria de comentar as duas primeiras m&#250;sicas, mas infelizmente a gritaria era tamanha que n&#227;o consegui ouvir as musicas, apesar do &#225;udio estar em perfeitas condi&#231;&#245;es e dos garotos fazerem ao vivo, exatamente o que fazem no CD.
&#160;
Simp&#225;ticos, atenciosos, e competentes, at&#233; pela idade da banda, e a idade dos garotos, na m&#233;dia dos seus 22 anos, o McFly se pautou quase que &#224; risca &#224;s faixas do RADIO [ACTIVE], fazendo do show, quase que uma promo&#231;&#227;o do novo &#225;lbum, o que, na minha opini&#227;o, soou um pouco ego&#237;sta para com os f&#227;s, que j&#225; conheciam diversas can&#231;&#245;es j&#225; cl&#225;ssicas (!) da banda, e que n&#227;o t&#234;m a disponibilidade de ver um show deles a qualquer momento. Por isso, a pouca mais de uma hora n&#227;o foi, nem de longe, suficiente para o p&#250;blico matar a sede de McFly.
&#160;
M&#250;sicas como Broccolli, Sorry&#8217;s not good enough, Bubble Wrap, entre tantas outras, e at&#233; mesmo covers dos pr&#243;prios Beatles ficaram de fora da apresenta&#231;&#227;o. Prometendo que voltar&#227;o em breve, o McFly se despediu cedo de um p&#250;blico ainda descrente que tudo aquilo estava acontecendo diante de seus olhos.
&#160;
Ao final do show, ainda briguei ferozmente por uma baqueta atirada por Harry ao p&#250;blico, mas derrubado duas vezes ao ch&#227;o, com cerca de dez pessoas por cima de mim, acabei n&#227;o levando para casa nada al&#233;m de um mico de ter me jogado no ch&#227;o, fotografias desfiguradas, mas acima de tudo, as imagens de um &#243;timo show, gravadas eternamente na minha mem&#243;ria.
&#160;
Ps: exatamente um m&#234;s depois eu voltava ao mesmo local para assistir Maroon 5. Outro show, outras hist&#243;rias, que ficar&#227;o para outra hora. </content>
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			<entry>
		    <title type="text/plain" mode="xml">:: Algu&#233;m pare o Azeredo ::</title>
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		    <updated>18.11.08 14:25:49</updated>
		    <published>18.11.08 14:17:56</published> 
		    <content type="text/xhtml" mode="escaped" xml:lang="pt-BR">Current mood: ok.
&#160;
Senador Eduardo Azeredo contra a juventude brasileira
&#160;
&#160;H&#225; algumas semanas, a Lu&#160;me alertou&#160;que um projeto de banir a meia entrada para estudantes estava esperando aprova&#231;&#227;o no Senado. Ela me disse tamb&#233;m que se isso acontecesse, provavelmente apenas as carteirinhas da UNE seriam validas, e que as escolas, Universidades e p&#243;s da vida tamb&#233;m n&#227;o poderiam mais fornecer esse benef&#237;cio ao estudante.
&#160;
N&#227;o botei muita f&#233; no boato que estava rolando, at&#233; que me deparei com not&#237;cias que cada vez mais levavam a acreditar que o Senador Eduardo Azeredo, do PSDB de Minas Gerais, estava realmente querendo botar pra quebrar com os jovens do Brasil. Digo os jovens por duas raz&#245;es: A primeira &#233; o corte do benef&#237;cio da meia entrada, e mais... O senador tamb&#233;m quer tornar crime as atividades de milhares de internautas. Ele est&#225; tentando criminalizar o ato de distribuir conte&#250;do pela internet sem pr&#233;via autoriza&#231;&#227;o, sob pena de reclus&#227;o de 1 &#224; 3 anos e multa.
&#160;
At&#233; a&#237; realmente nada parece t&#227;o dr&#225;stico, certo? O maior problema &#233; que, assim n&#227;o ser&#225; permitido colocar&#160;legendas, traduzir e&#160;baixar videos, quadrinhos, m&#250;sicas, e at&#233; mesmo as fanfictions (hist&#243;rias criadas por f&#227;s, utilizando-se de personagens j&#225; existentes) tamb&#233;m ser&#227;o consideradas atos criminosos.
&#160;
Digo isto porque, pensando friamente, uma pessoa que tem 100 ou 200 CDs ou filmes baixados em casa, e que n&#227;o faz uso disso para com&#233;rcio, provavelmente se n&#227;o os tivesse &#34;pirata&#34;, n&#227;o os teria originais. Portanto, gravadoras e produtoras se justificam e justificam a pirataria erroneamente o tempo todo.
&#160;
Deixo claro aqui tamb&#233;m que N&#195;O sou favor&#225;vel &#224; compra de produtos piratas, N&#195;O compro produtos pirata, mas baixo SIM conte&#250;dos de internet. E todo as dores n&#227;o s&#243; minhas, mas de toda uma gera&#231;&#227;o que cresceu juntamente com a Internet no nosso pa&#237;s.
&#160;
Por&#233;m, ao contr&#225;rio do que se tem ouvido e lido por ai, o site do senado disponibilizou uma nota com explica&#231;&#227;o sobre o projeto de Azeredo, que dizia o seguinte:
&#160;
PROPOSTA GARANTE MEIA-ENTRADA PARA ESTUDANTES E IDOSOS
&#160;
&#34;Ao contr&#225;rio do que vem sendo divulgado e equivocadamente entendido, o projeto de lei apresentado pelos Senadores Eduardo Azeredo (PSDB-MG) e Fl&#225;vio Arns (PT-PR), que regulamenta o uso da meia-entrada para estudantes e idosos, n&#227;o acaba com esse benef&#237;cio. Trata-se de proposta para disciplinar a emiss&#227;o de carteiras de estudante, com o apoio da UNE e dos produtores. &#201; um projeto de interesse da sociedade, j&#225; que atualmente h&#225; descontrole na emiss&#227;o dessas carteiras. A proposta garante o benef&#237;cio a quem realmente tem esse direito: os alunos regularmente matriculados e as pessoas com mais de 60 anos. O projeto n&#227;o prev&#234; o limite nos dias de validade da meia-entrada. Esse benef&#237;cio, de acordo com o texto dos Senadores, vale para TODOS os dias, inclusive, domingos e feriados. A tentativa de mudar o texto original partiu de acordo feito, posteriormente, pelos produtores, com assinatura da UNE. O Senador Eduardo Azeredo n&#227;o concorda com essa restri&#231;&#227;o. Neste momento o projeto encontra-se com a relatora, senadora Mariza Serrano, que ainda n&#227;o formalizou o seu texto.&#34; 
&#160;
Fonte: http://www.senado.gov.br/web/senador/eduardoazeredo/detalha_noticias.asp?data=03/11/2008&#38;codigo=47279
&#160;
Agora, em se tratando de Brasil, e ainda mais, em se tratando de pol&#237;tica brasileira, at&#233; onde MESMO os estudantes e idosos, al&#233;m de internautas ser&#227;o beneficiados com essas novas leis?
&#160;
Voc&#234; acredita em Eduardo Azeredo e seu bom samaritanismo???
&#160;
Pare, pense e leve esse &#34;protesto&#34; adiante!</content>
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